Leitura antes de proposta
Nenhuma proposta sai daqui antes de uma leitura completa da sua operação. Se o problema não for do nosso ofício, você sai sabendo onde ele está.
Essa distância tem um endereço: o ponto exato onde o valor do seu negócio trava. A Lacuna opera um método para localizar esse ponto, medir o que ele custa e fechá-lo, com começo, critério e fim.
Entre o que a sua empresa é e o que poderia ser não existe um mistério. Existe um ponto: o lugar onde a demanda não vira cliente, onde o cliente não vira receita, ou onde a receita não vira estrutura. Chamamos esse ponto de lacuna. Achar onde ela está, medir o que ela trava e fechá-la: é assim que a distância encurta.
Toda lacuna vive em um de dois planos: no caminho que traz o cliente até o negócio, ou na estrutura que o recebe e atende. A operação cobre os dois sob a mesma cabeça, em vez de dividir o problema entre equipes que não conversam.
Quase todo esforço se perde no lugar errado. O primeiro passo é ler o negócio inteiro com evidência e localizar o ponto exato onde o valor trava.
Demanda e estrutura são corrigidas pela mesma cabeça, na ordem que a leitura mandou. O que parou de entregar é trocado.
O ponto fechado vira resultado que se verifica em número. Quando uma lacuna fecha, a próxima aparece, e o trabalho recomeça mais acima.
Nenhuma proposta sai daqui antes de uma leitura completa da sua operação. Se o problema não for do nosso ofício, você sai sabendo onde ele está.
Antes de começar, fica combinado o que significa lacuna fechada, em números que você valida. Atingido o critério, o trabalho termina ou avança, por decisão sua.
A leitura termina em um documento que localiza a lacuna, mostra a evidência e dimensiona o que ela custa por mês. Ele fica com você, inclusive se decidir seguir com outra equipe.
Conte como o negócio funciona hoje. É aqui que a leitura começa, e uma conversa costuma bastar para enxergar a primeira.